Flamenco Negro

Com elenco composto inteiramente por bailarinas negras, o espetáculo atravessa sentimentos de inadequação e invisibilidade para construir imagens de força, representatividade e reconhecimento.

A primeira atração do 20º Festival Palco Giratório no CHC é o Flamenco Negro, da Cia de Arte La Negra, que propõe um encontro entre ancestralidade, arte e urgência por reparação histórica, trazendo à cena histórias reais de racismo vividas pelas bailarinas e reafirmando o papel fundador da cultura negra também dentro do flamenco. Os ingressos para a apresentação no dia 20 de maio estão à venda no site do Palco Giratório.

Com elenco composto inteiramente por bailarinas negras, o espetáculo atravessa sentimentos de inadequação e invisibilidade para construir imagens de força, representatividade e reconhecimento. Entre sapateados, música, expressividade e emoção, Flamenco Negro cria uma experiência intensa e sensível, onde o corpo dança também como manifesto e afirmação de existência.

Vencedor do Prêmio Açorianos de Dança de Porto Alegre 2021 como Melhor Espetáculo do Ano e indicado nas categorias Destaque Produção e Melhor Espetáculo no Prêmio Quero-Quero de Artes Cênicas 2024, esse trabalho da Cia de Arte La Negra vem emocionando públicos ao propor uma reflexão profunda sobre identidade, racismo estrutural, herança cultural e resistência através da arte.

Realizado pelo SESC-RS, o Festival Palco Giratório acontece de 19 de maio a 3 de junho de 2026, promovendo encontros entre diferentes linguagens, territórios e artistas de todo o Brasil. Nesta edição, o CHC recebe seis atrações que integram a programação do festival.

Ficha Técnica:
Direção Geral: La Negra Ana Medeiros
Direção Artística: Everson Silva e Kacau Soares
Elenco: La Negra Ana Medeiros, Patrícia Correa, Jemima Ruedas, Bianca Benevenutto La Señora e Rose Correa
Cenário: La Negra Ana Medeiros
Figurino: La Negra Ana Medeiros e Bianca Benevenutto La Señora
Trilha sonora: Jef Lima e João La Furia
Luz: André Hanauer
Produção Executiva: Cibele Donato

OBSERVAÇÕES

veja mais

Flamenco Negro

Com elenco composto inteiramente por bailarinas negras, o espetáculo atravessa sentimentos de inadequação e invisibilidade para construir imagens de força, representatividade e reconhecimento.

2050 – Como será a Porto Alegre do Futuro?

Inspirada no texto Urge Tombar o Guaíba, de Iberê Camargo, a obra propõe uma experiência sensorial e imagética que convida o público a refletir sobre crise climática, urbanização, memória e futuro.

Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre

O espetáculo imagina uma Porto Alegre mergulhada em uma catástrofe apocalíptica, onde perturbações atmosféricas, geológicas, sanitárias e sociais desencadeiam uma sucessão de eventos que levam a cidade ao colapso.