2050 – Como será a Porto Alegre do Futuro?

Inspirada no texto Urge Tombar o Guaíba, de Iberê Camargo, a obra propõe uma experiência sensorial e imagética que convida o público a refletir sobre crise climática, urbanização, memória e futuro.

Uma cidade coberta por concreto, máscaras e fumaça ou um território regenerado, verde e conectado novamente às suas margens, à natureza e às pessoas? Essas perguntas perpassam 2050 – Como será a Porto Alegre do Futuro?, espetáculo do GRUPOJOGO que integra a programação do 20º Festival Palco Giratório Sesc RS no CHC. Garanta seus ingressos para a apresentação no dia 21 de maio no site do Palco Giratório

Inspirada no texto Urge Tombar o Guaíba, de Iberê Camargo, a obra propõe uma experiência sensorial e imagética que convida o público a refletir sobre crise climática, urbanização, memória e futuro. Em cena, diferentes visões de Porto Alegre surgem em um universo multimídia que mistura dança, teatro, artes visuais e digitais, construindo paisagens distópicas e possíveis futuros para a cidade.

Entre projeções, video mapping, animações gráficas e trilha sonora inspirada na obra do compositor gaúcho Radamés Gnattali, o espetáculo cria uma atmosfera intensa e imersiva, onde arte e urgência ambiental caminham juntas. Mais do que imaginar o amanhã, 2050 provoca reflexões sobre as escolhas feitas no presente e sobre a relação da cidade com o Guaíba, com o espaço urbano e com quem a habita.

Com criação conjunta dos artistas Igor Pretto, Alexandre Dill, Katia Kalinka e Gabriel Pontes e preparação corporal de Eva Schul, o espetáculo estreou dentro da programação do 31º Porto Alegre em Cena e recebeu três indicações ao Prêmio Açorianos de Dança 2024 nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Cenografia e Melhor Iluminação.

Ficha Técnica:
Concepção e Direção Geral: Igor Pretto
Direção Cênica: Alexandre Dill
Direção de Movimento: Katia Kalinka
Dramaturgia: Gabriel Pontes
Intérpretes: Alexandre Dill, Igor Pretto e Katia Kalinka
Música: ‘Sinfonia Popular’ de Radamés Gnatalli
Luz: Fabrício Simões
Figurinos: Vinicius Schuch
Cenografia e Videografia: Gabriel Pontes
Mixagem e Montagem de Som: Alexandre Dill
Técnico de Som e Luz: Vicente Vargas
Produção: Jennifer Ribeiro

OBSERVAÇÕES

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Flamenco Negro

Com elenco composto inteiramente por bailarinas negras, o espetáculo atravessa sentimentos de inadequação e invisibilidade para construir imagens de força, representatividade e reconhecimento.

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Colapso e Destruição da Cidade de Porto Alegre

O espetáculo imagina uma Porto Alegre mergulhada em uma catástrofe apocalíptica, onde perturbações atmosféricas, geológicas, sanitárias e sociais desencadeiam uma sucessão de eventos que levam a cidade ao colapso.