Quantas mulheres brilhantes foram apagadas da história antes mesmo de serem lembradas?
A Mulher Que Virou Bode: a história perdida de Jurema Finamour leva ao palco a trajetória intensa, provocadora e pouco conhecida de uma das grandes jornalistas brasileiras das décadas de 1940 a 1960. Influente, inteligente e cercada pela elite intelectual de sua época, Jurema Finamour teve sua voz silenciada ao longo da história, e é justamente esse apagamento que o espetáculo busca confrontar.
O espetáculo integra a programação do Edital de Ocupação para Espetáculos de Artes Cênicas CHC 2026 e contará com acessibilidade em LIBRAS na sessão do dia 20 de junho.
🎟️ Ingressos disponíveis em sympla.com.br/chcsantacasa
Ficha técnica:
Direção e concepção: Marcelo Bulgarelli
Elenco: Deliane Souza, Eulália Figueiredo, Iandra Cattani, Luiza Waichel e Sofhia Lovison
Canções e Trilha sonora Original: Antônio Villeroy
Dramaturgia: Luiza Waichel
Dramaturgistas: Luiza Waichel e Marcelo Bulgarelli
Textos: Christa Berger, Luiza Waichel e Jurema Finamour
Assistente de direção: Cláudia Sachs
Preparação musical e música “Trem Instrumental”: Simone Rasslan
Arranjos vocais: Simone Rasslan e elenco
Assistência coreográfica: Carlota Albuquerque
Cenografia: Maíra Coelho
Assistente de Cenografia: Denise Ayres
Criação e produção de objetos: Denise Ayres e Maíra Coelho
Figurinos: Maíra Coelho e Rafael Silva
Máscaras: Fábio Cuelli
Formação de Máscaras: Cláudia Sachs e Fábio Cuelli
Iluminação: Nara Lúcia Maia
Operação de som e vídeo: Justine Maia e Cássio Azeredo
Audiovisual: eFrame
Assessoria biográfica de Jurema Finamour: Christa Berger
Depoimentos: Christa Berger e Maria Helena Correa Pires
Arte gráfica: Agência Gaboo
Fotos: Gilberto Perin
Assistente de produção: Justine Maia
Direção de Produção: Marcelo Bulgarelli